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Lei sobre direito autoral (9610/98)
Capítulo IV
Das Limitações aos Direitos Autorais

Art. 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais:

III - a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, de passagens de qualquer obra, para fins de estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o nome do autor e a origem da obra;

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Proibição de site não oficial

Ministerio do Reino 2002  9/02 p. 8

  Esse alimento espiritual está disponível apenas por meio da organização teocrática. Devemos sempre procurar obter informações confiáveis por meio desse canal usado por Deus, não por meio de uma rede de usuários da Internet. — Mat. 24:45.
6 Web sites (páginas) da Internet: Temos uma página oficial na Internet: www.watchtower.org. Essa página cumpre bem o papel de informar o público. Não existe necessidade de que alguma pessoa, comissão ou congregação prepare outro site a respeito das Testemunhas de Jeová. Alguns têm disponibilizado o conteúdo completo de nossas publicações, com todos os textos bíblicos e referências por extenso, e até têm oferecido cópias de matéria de congresso em troca de donativos. Reproduzir e distribuir publicações das Testemunhas de Jeová em formato eletrônico é uma violação das leis de direitos autorais, independentemente de se lucrar ou não com essa prática. Mesmo que alguns encarem isso como um favor prestado aos irmãos, tal proceder não é correto e deve ser descontinuado.
7 Analisar de forma criteriosa e abalizada o uso de comunicações eletrônicas nos dará a certeza de que nossa mente sempre se concentre nas “coisas preciosas e agradáveis de valor”. — Pro. 24:4.

Ministerio do Reino 2007 9/07
Perguntas Respondidas
▪ Será que o “escravo fiel e discreto” aprova que grupos de Testemunhas de Jeová se reúnam à parte da congregação para realizar pesquisas ou debates sobre a Bíblia? — Mat. 24:45, 47.
Não. Mesmo assim, em várias partes do mundo, alguns dos que se associam com a nossa organização formaram grupos para realizar pesquisas independentes sobre assuntos bíblicos. Alguns fazem parte de grupos que pesquisam o hebraico e o grego usados na Bíblia a fim de analisar a exatidão da Tradução do Novo Mundo. Outros pesquisam assuntos científicos relacionados à Bíblia. Esses grupos criam páginas na internet e salas de bate-papo que têm por objetivo trocar idéias e debater seus pontos de vista. Também organizam palestras e produzem publicações para divulgar suas conclusões e complementar o que é transmitido em nossas reuniões cristãs e publicações.
Em toda a Terra, o povo de Jeová recebe ampla instrução espiritual e encorajamento nas reuniões congregacionais, nas assembléias, nos congressos e por meio das publicações da Sua organização. Sob a orientação de seu espírito santo e à base de sua Palavra da verdade, Jeová fornece o que é necessário para que todos os seus servos estejam “aptamente unidos na mesma mente e na mesma maneira de pensar” e permaneçam “estabilizados na fé”. (1 Cor. 1:10; Col. 2:6, 7) Certamente somos gratos pelas provisões espirituais de Jeová nestes últimos dias. Assim, “o escravo fiel e discreto” não apóia quaisquer publicações, reuniões ou páginas na internet que não sejam produzidas ou organizadas sob a supervisão dele. — Mat. 24:45-47.


domingo, 23 de junho de 2013

Evitar ex Testemunhas de Jeová ou não?







http://www.jw.org/pt/testemunhas-de-jeova/perguntas-frequentes/ex-membros/ acesso em 23/06/2012

Vocês evitam ex-membros de sua religião?




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Nós não evitamos Testemunhas de Jeová batizadas que pararam de participar na pregação ou até de se associar conosco. Na verdade, nós procuramos contatar essas pessoas e reavivar seu interesse pelas coisas de Deus.
Nós não expulsamos automaticamente alguém que cometeu um pecado grave. Mas, se uma Testemunha de Jeová batizada passa a ter o costume de violar o código de moral da Bíblia e não se arrepende, ela é desassociada, ou evitada. A Bíblia diz claramente: “Removei o homem iníquo de entre vós.” — 1 Coríntios 5:13.
Mas e se um homem que tem uma esposa e filhos Testemunhas de Jeová é desassociado? Embora o vínculo religioso que ele tinha com a família tenha mudado, o vínculo familiar continua. O relacionamento conjugal e as afeições e os tratos familiares continuam.
Pessoas desassociadas podem assistir a nossas reuniões religiosas. Se elas quiserem, também podem receber conselhos espirituais dos anciãos da congregação. O objetivo é ajudar cada pessoa nessa situação a se qualificar para voltar a ser Testemunha de Jeová. Os desassociados que rejeitam conduta imprópria e mostram um desejo sincero de seguir os padrões da Bíblia sempre são bem recebidos de volta na congregação.

Resposta:
A Sentinela — 2011 15/7 pp. 15-19 - 
 Como nos proteger dos falsos instrutores? Os conselhos da Bíblia sobre como lidar com eles são claros. (Leia Romanos 16:17; 2 João 9-11.) “Que os eviteis”, diz a Palavra de Deus. Outras traduções dizem “afastem-se deles” e ‘desviem-se deles’. Não há nada ambíguo nesses conselhos inspirados. Suponha que um médico lhe recomendasse evitar o contato com alguém infectado com uma mortífera doença contagiosa. Você entenderia as palavras do médico e seguiria estritamente o seu conselho. Os apóstatas estão mentalmente ‘doentes’ e tentam contaminar outros com os seus ensinos desleais. (1 Tim. 6:3, 4Bíblia Pastoral) Jeová, o Grande Médico, diz que devemos evitar o contato com os apóstatas. Sabemos o que ele quer dizer, mas estamos decididos a acatar seu alerta em todos os sentidos?

Sentinela 2008 15/12, p.28
. O amor fingido dos apóstatas é tão perigoso para nossa fé como os rochedos ocultos sob a água são para navios ou nadadores. Os falsos instrutores podem parecer generosos, mas em sentido espiritual são tão vazios como nuvens sem água. São tão infrutíferos como árvores mortas no fim do outono. Eles serão destruídos, assim como árvores desarraigadas. É sábio evitar apóstatas.
Sentinela 2007 15/3
A apostasia é espiritualmente nociva. “Pela boca é que o apóstata arruína seu próximo.” (Provérbios 11:9) Seremos sábios se rejeitarmos até mesmo a idéia de dar ouvidos aos apóstatas.
O ímpio <02611>, com a boca <06310>, destrói <07843> (8686) o próximo <07453>, mas os justos <06662> são libertados <02502> (8735) pelo conhecimento <01847>.
02611 Pnx chaneph 

procedente de 02610; DITAT-696b; adj 

1) hipócrita, ímpio, profano, sem religião
Assim  Pv 11:9 não se refere a apóstatas!!!

Sentinela 2006 15/1 p. 23

13 Por dar ouvidos ao Diabo e não rejeitar suas mentiras, o primeiro casal humano apostatou. Assim, será que devemos ouvir os apóstatas, ler suas publicações ou examinar seus sites na internet? Se amamos a Deus e à verdade não fazemos isso. Não permitimos que apóstatas entrem na nossa casa e nem mesmo os cumprimentamos, para não sermos ‘partícipes das suas obras iníquas’. (2 João 9-11) Jamais sejamos vítimas das tramas do Diabo por abandonar o “caminho da verdade” cristão para seguir instrutores falsos que procuram “introduzir ideologias arruinadoras” e nos ‘explorar com frases bem formuladas’. — 2 Pedro 2:1-3, Byington


Sentinela 15/11 2006

A consciência marcada “como que por um ferro de marcar” é como uma carne cauterizada coberta de tecido cicatrizado e insensível. Tal consciência deixaria de nos alertar a evitar os apóstatas e as situações que poderiam nos desviar da fé.


Ministerio do reino 1999 3/99p. 2
Um dos instrumentos que os apóstatas modernos têm usado é a Internet, rede mundial de computadores. Com a mesma astúcia empregada pela serpente para desencaminhar Eva, eles se valem do encanto que essa chamada ‘super-rodovia da informação’ desperta nos usuários, para espalhar mentiras rotuladas de ‘informações’. Mas, os conselhos de Jeová de evitar qualquer contato com os apóstatas certamente se aplicam também às mensagens deles na Internet. (Rom. 16:17, 18; 1 Cor. 5:11; 2 João 9, 10) Visto que está envolvida a fornicação espiritual, fazemos bem em tratar toda matéria apóstata como fazemos com a pornografia − independentemente do veículo de comunicação usado para disseminá-la. — Tia. 4:4; veja it-2, p. 155.


Serão os seus dias como os dias da árvore? p.470
Por exemplo, ao evitar os apóstatas, não será desencaminhado pelas suas idéias deturpadas. De modo similar, por evitar associações erradas e imorais, e más práticas, é improvável que caia vítima da sífilis, da gonorréia e de outras formas determinadas de doenças. Sim, o proceder certo apresentado na Palavra de Deus já ajudou a muitos a alcançar o potencial máximo de seus anos de vida. — 2 Ped. 3:1-18.




proibição de sites e livros

o site oficial disse:



Vocês proíbem certos filmes, músicas ou livros?


Não. Nós não analisamos filmes, músicas ou livros específicos com o objetivo de estabelecer o que os membros de nossa organização devem evitar. Por que não?
● A Bíblia incentiva todos a treinarem suas próprias “faculdades perceptivas” para discernir o que é certo e o que é errado. — Hebreus 5:14.
● As Escrituras estabelecem princípios básicos que um cristão pode levar em conta ao decidir que entretenimento escolherá. * Como em todos os campos da vida, nosso objetivo é ‘persistir em nos certificar do que é aceitável para o Senhor’. — Efésios 5:10.
● A Bíblia ensina que os chefes de família têm certa medida de autoridade e, por isso, podem decidir que tipos de entretenimento sua família deve evitar. (1 Coríntios 11:3;Efésios 6:1-4) Mas, fora do círculo familiar, ninguém tem autorização para declarar filmes, músicas ou artistas específicos como inaceitáveis para os membros da congregação. — Gálatas 6:5.

resposta: 


Sentinela 2006 15/1 p. 23
13 Por dar ouvidos ao Diabo e não rejeitar suas mentiras, o primeiro casal humano apostatou. Assim, será que devemos ouvir os apóstatas, ler suas publicações ou examinar seus sites na internet? Se amamos a Deus e à verdade não fazemos isso. Não permitimos que apóstatas entrem na nossa casa e nem mesmo os cumprimentamos, para não sermos ‘partícipes das suas obras iníquas’. (2 João 9-11) Jamais sejamos vítimas das tramas do Diabo por abandonar o “caminho da verdade” cristão para seguir instrutores falsos que procuram “introduzir ideologias arruinadoras” e nos ‘explorar com frases bem formuladas’. — 2 Pedro 2:1-3, Byington




a revista A Sentinela de 2000 1/5 disse p,9-10:
Inimigos da verdade
8 Os apóstatas podem constituir ainda outra ameaça à nossa espiritualidade. O apóstolo Paulo predisse que surgiria apostasia entre os professos cristãos. (Atos 20:29, 30; 2 Tessalonicenses 2:3) Em cumprimento das suas palavras, após a morte dos apóstolos, uma grande apostasia levou ao desenvolvimento da cristandade. Atualmente, não ocorre uma grande apostasia entre os do povo de Deus. Ainda assim, uns poucos têm abandonado nossas fileiras, e alguns dentre esses estão decididos a difamar as Testemunhas de Jeová por divulgar mentiras e informações falsas. Uns poucos deles trabalham com outros grupos para organizar resistência à adoração pura. Com isso tomam o lado do primeiro apóstata, Satanás.
9 Alguns apóstatas usam cada vez mais alguma forma de comunicação em massa, inclusive a Internet, para divulgar informações falsas sobre as Testemunhas de Jeová. Em resultado disso, quando pessoas sinceras pesquisam nossas crenças, elas podem encontrar casualmente propaganda apóstata. Até mesmo algumas Testemunhas inadvertidamente se expuseram a esta matéria prejudicial. Além disso, os apóstatas participam ocasionalmente em programas de televisão ou de rádio. Qual é o proceder sábio a seguir nestes casos?
10 O apóstolo João orientou os cristãos a não acolherem apóstatas na sua casa. Ele escreveu: “Se alguém se chegar a vós e não trouxer este ensino, nunca o recebais nos vossos lares, nem o cumprimenteis. Pois, quem o cumprimenta é partícipe das suas obras iníquas.” (2 João 10, 11) Evitarmos todo o contato com esses opositores nos protegerá do seu modo corrupto de pensar. Expor-nos aos ensinos apóstatas divulgados pelos diversos meios de comunicação moderna é tão prejudicial como acolher o próprio apóstata na nossa casa. Nunca devemos permitir que a curiosidade nos leve a tal rumo calamitoso! — Provérbios 22:3.



HADES- MUNDO INVISÍVEL - textos de Sócrates e Platão



As Testemunhas de Jeova, ou melhor, a cúpula dominante, diz sobre hades:
"Em todos os casos, com exceção de dois, em que a palavra Hades é usada nas Escrituras Gregas Cristãs, ela se relaciona com a morte, quer no próprio versículo, quer no contexto imediato; os outros dois casos são considerados no próximo parágrafo. Hades não se refere a um único sepulcro (gr.: tá·fos), nem a um único túmulo (gr.: mné·ma), nem a um único túmulo memorial (gr.: mne·meí·on), mas à sepultura comum da humanidade, onde os mortos e enterrados não são vistos. (Estudo Perspicaz das Escrituras vol 2, p. 277)

Resposta:
1-o termo hades tem origem no deus grego hades, deus do mundo dos mortos
2- passou a se referir ao mundo invisível onde iam as almas dos mortos. Uns iam a um paraíso e outros a um lugar de "tormento"

veja abaixo:

Coleção Os pensadores- Platão)

Para Símias, salvo erro meu, o objeto de sua dúvida e dos seus temores é o de que a alma, sendo algo de mais belo e mais divino do que o corpo, venha a corromper-se antes dele, pois pensa que aquela
nada mais é do que uma espécie de harmonia.Quanto a Cebes, concede, por seu
lado, que a alma dure mais do que o corpo, mas, segundo pensa, é bem difícil saber
se a alma, depois de haver gasto muitos corpos sucessivamente, não se dissolve ao
sair do último, e se a morte não consiste justamente nisto, na destruição da alma,
pois que o corpo, esse, está continuamente destruindo-se. Não é isto, Símias e
Cebes, o que devemos examinar? Ambos declararam que sim.

*42 A opinião vulgar dos gregos é que a alma sem corpo passa a ter uma vida sem consciência no Hades. É interessante que Homero no limiar da Ilíada diga mais ou menos a mesma coisa: a ira de Aquiles enviou muitas almas de heróis para o Hades, mas quanto a "eles mesmos" (isto é, seus corpos), entregou-os aos cães e às aves para comerem. (N. do T.)

— Portanto, meu caro Cebes, a alma é antes de tudo uma coisa imortal e
indestrutível, e nossas almas de fato hão de persistir no Hades!

foi a um bem reduzido número que os deuses concederam esta honra de
fazer do Hades subir novamente sua alma, ao passo que a dela eles fizeram subir,
admirados do seu gesto; é assim que até os deuses honram ao máximo o zelo e a
virtude no amor



Fédon
E isso, de tal modo que ele me dava a impressão, ele que devia
encaminhar-se para as regiões do Hades, de para lá se dirigir auxiliado por um
concurso divino, e de ir encontrar no além, uma vez chegado, uma felicidade tal
como ninguém jamais conheceu



Todo aquele que atinja o Hades como profano e sem ter sido iniciado terá como lugar de destinação
o Lodaçal, enquanto aquele que houver sido purificado e iniciado morará,-uma vez
lá chegado, com os Deuses.


"Ora, examinemos a questão por este lado: é, em suma, no Hades que estão
as almas dos defuntos, ou não? Pois, conforme diz uma antiga tradição nossa
conhecida, lá se encontram as almas dos que se foram daqui, e elas novamente,
insisto, para cá voltam e renascem dos mortos. E se assim é, se dos mortos nascem
os vivos, que podemos admitir senão que nossas almas devem mesmo estar lá? Sem
dúvida, não poderia haver novo nascimento para almas que já não tivessem
existência, e para provar esta existência bastaria tornar manifesto que os vivos não
nascem senão dos morto

Quer dizer, então, que nossas almas existem no Hades19.
— Parece mui verossímil.
19 Hades. Para Platão este nome tem aqui a significação de Invisível, o país do Invisível, o reino das sombras. (N. do T.)


— Mas então a alma, aquilo que é invisível e que se dirige para um outro
lugar, um lugar que lhe é semelhante, lugar nobre, lugar puro, lugar invisível, o
verdadeiro país de Hades, para chamá-lo por seu verdadeiro nome*30, perto do Deus
bom e sábio, lá para onde minha alma deverá encaminhar-se dentro em breve, se
Deus quiser; então há de ser essa alma, digo, cujos caracteres e constituição natural
*30 Alusão à filosofia contemporânea de Platão: os gregos derivavam a palavra ιδης (Hades) de α e ιδης encontraram nesta palavra a significação de invisível, explicando simplesmente que Hades, como rei dos mortos, mora com as almas destes debaixo da terra, e é por isso
invisível aos homens e aos outros deuses. Mas Platão modifica a acepção: Hades é o "invisível verdadeiro", isto é, a substância invariável, eterna e imperceptível aos sentidos, mas captável pelo espírito, que depois da morte se aparta dos obstáculos da matéria (corpo) e vê diretamente o Hades, isto é, o ser eterno. (N. do T.)


— Portanto, meu caro Cebes, a alma é antes de tudo uma coisa imortal e
indestrutível, e nossas almas de fato hão de persistir no Hades!
  

Apologia de Sócrates (Coleção Os Pensadores)

Se, em chegando ao Hades, livre dessas pessoas que se intitulam juízes, a gente
vai encontrar os verdadeiros juízes que, segundo consta, lá distribuem a justiça,
Minos12, Radamanto, Éaco, Triptólemo e outros semideuses que foram justiceiros em ida, não valeria a pena a viagem? Quanto não daria qualquer de vós para estar na
companhia de Orfeu13, Museu, Hesíodo e Homero? Por mim, estou pronto a morrer
muitas vezes, se isso é verdade; eu de modo especial acharia lá um entretenimento 
maravilhoso, quando encontrasse Palamedes14, Ájax de Telamão e outros dos antigos,
que tenham morrido por uma sentença iníqua; não me seria desagradável comparar
com os deles os meus sofrimentos e, o que é mais, passar o tempo examinando e
interrogando os de lá como aos de cá, a ver quem deles é sábio e quem, não o sendo,
cuida que é. Quanto não se daria, senhores juízes, para sujeitar a exame aquele que 
comandou a imensa expedição contra Tróia, ou Ulisses, ou Sísifo —milhares de outros 
se poderiam nomear, homens e mulheres, com quem seria uma felicidade indizível
estar junto, conversando com eles, sujeitando-os a exame! Os de lá absolutamente não...
*13 Orfeu e Museu são autores lendários dos hinos e cânticos dos ritos dos Mistérios. (N. do T.)
*14 Palamedes e Âjax são figuras lendárias; o primeiro teria morrido apedrejado, vitima duma calúnia, no acampamento dos gregos em Tróia;o segundo, herói duma tragédia de Sófocles, além de o ser da Filada, suicidou-se por ter sido fraudado na herança das armas de Aquiles, que deviam caber ao mais valoroso dos guerreiros. (N. do T.)

Conclusões:
Os gregos acreditavam em aniquilação da alma e imortalidade da alma
Os gregos acreditavam também em reencarnação.
Assim o argumento que diz que a imortalidade da alma é errada pois é um conceito grego é falsa, pois a doutrina da aniquilação também é um conceito grego!!!

sábado, 20 de abril de 2013

Cruz ou estaca?

ARQUEOLOGIA MOSTRA que Jesus não morreu numa 

estaca vertical:





Diz o corpo Governante das Testemunhas de Jeová::

 “W. E. Vine, respeitado erudito britânico, apresenta os seguintes fatos sólidos: “No ´sec III d.C... os pagãos foram recebidos nas igrejas e foram-lhes permitido reter, em grande parte, os sinais e símbolos pagãos. Por conseguinte, o Tau ou T, ..[com] a ponta da cruz abaixada foi adotado” dicionário Vine- O Significado Exegético e Expositivo das Palavras do Antigo e do Novo Testamento. Vine diz ainda que tanto o substantivo “cruz” como o verbo “crucificar” se referem a uma estaca ou poste... distinguidos da cruz de duas vigas” (A Sentinela, p. 22, 1º de março de 2008).


 “Os escritores bíblicos usam outra palavra para se referir-se ao instrumento utilizado para executar Jesus. É a palavra xylon. (Atos 5:30; 10:39; 13:29; Gl 3:13; 1 Pe 2:24). Essa palavra significa simplesmente madeiro ou pedaço de pau, porrete ou árvore” (O que a Bíblia realmente ensina? STVBT,P. 204,205, 2005). 




Argumentam ainda que a cruz era um símbolo mágico e sexual, já antes da era cristã e então foi adotado por Constantino:”Não há evidência de que aqueles que se diziam cristãos usassem cruz na adoração nos primeiros 300 anos após a morte de Cristo. No quarto séc., porém o imperador pagão,Constantino converteu-se ao cristianismo apóstata e promoveu a cruz como símbolo deste...De fato a cruz é de origem pagã.” (O que a Bíblia realmente ensina?ATVBT, P. 205, 2005)                 
O livro The Non-Christian Cross (A Não-Cristã Cruz) acrescenta: “Não existe uma única sentença em qualquer dos inúmeros escritos que formam o Novo Testamento que, no grego original, forneça sequer evidência indireta no sentido de que o stauros usado no caso de Jesus fosse diferente do stauros [poste ou estaca] comum; muito menos no sentido que consistisse, não em um só pedaço de madeira, mas em dois pedaços pregados juntos em forma de uma cruz.” Cristo poderia muito bem ter sido pregado num tipo de crux (stau·rós) conhecido como a crux simplex. Assim é que tal estaca foi ilustrada pelo erudito católico romano Justus Lipsius do século 16.

Em 312 EC, Constantino, que dominava a área hoje conhecida como França e Grã-Bretanha, partiu para guerrear contra seu cunhado, Maxêncio, da Itália. A caminho, ele teve, alegadamente, uma visão — uma cruz, sobre a qual havia as palavras “Hoc vince”, que significa: “Com este vencerás.” Após a sua vitória, Constantino fez da cruz o estandarte de seus exércitos. Quando mais tarde o cristianismo tornou-se a religião estatal do Império Romano, a cruz tornou-se o símbolo da igreja...

Há também pouca evidência de que o tipo de cruz que Constantino “viu” realmente representava o instrumento usado para matar Jesus. O que está estampado em muitas moedas que Constantino depois mandou cunhar são cruzes em forma de “X” com um “P” sobreposto. (Veja a ilustração.) A obra An Expository Dictionary of New Testament Words, de W. E. Vine, diz: “Quanto ao Qui, ou X, que Constantino declarou ter visto numa visão que o levou a patrocinar a fé cristã, era a letra inicial da palavra ‘Cristo’ [na língua grega] e nada tinha a ver com ‘a Cruz’”, isto é, como instrumento de execução. De fato, este estilo de cruz é quase igual ao símbolo pagão para o sol (.A Sentinela 87 15/8 p. 23)



 Resposta:
1- Vine foi citado parcialmente e diz que Jesus morreu na cruz!

 Vine o intitulado “respeitado erudito britânico” diz de xylon: “madeira, pedaço de madeira, madeiro qualquer coisa de madeira” (b) acerca da cruz, sendo a árvore o stauros, a estaca ou poste vertical no qual os romanos pregavam os que eram executados.”
"stauros denota, primariamente, " uma viga ereta ou estaca." os malfeitores foram pregados para a execução. O substantivo e o verbo stauroo, " prender a uma estaca ou empalar, " é ORIGINALMENTE distinguida da forma eclesiástica da cruz de duas vigas. A última forma teve sua origem em Caldeia antiga, e foi usada como o símbolo do deus Tammuz (estando na forma da tau místico, a letra inicial de seu nome) nesse país e nas terras adjacentes, incluindo Egito.

Pela metade do 3º séc. A.D. as igrejas tinha afastado de, ou travestido determinadas doutrinas da fé cristã. A fim aumentar o prestígio do sistema eclesiástico pagão apostata foram recebidos nas igrejas aparte da regeneração pela fé, e permitidos pela maior parte para reter seus sinais e símbolos pagãos. Daí o tau ou o T, em sua forma mais freqüente, com o cross-piece abaixado, foram adotados para ser a cruz de Cristo..

Quanto para ao Ki, ou a X, que Constantino declarou tinha visto em uma visão que conduz o patrocinar a fé cristã, que a letra era a inicial do " da palavra; Christo" e não não teve nada a ver com " a cruz" (para o xylon, " um feixe da madeira, uma árvore, " como usado para os stauros, veja abaixo)

O método da execução foi emprestado aos gregos e aos romanos dos fenícios.. 
stauros denota:
(a) " a cruz, ou a própria estaca " por exemplo, Matt_27: 32; 
(b) " a crucificação sofrida, " por exemplo, 1_Cor_1: 17.18, onde " a palavra da cruz, " Rv, suportar o evangelho; Gal_5: 11, onde a crucificação é usada metaforicamente a renuncia do mundo, que caracteriza a vida cristã verdadeira; Gal_6: 12.14; Eph_2: 16; Fp_3: 18.


Cruz, Crucificar [o verbo] 
stauroo significa 
(a) " o ato da crucificação, " por exemplo, Matt_20: 19;

(b) metaforiamente, " o despir da carne com suas paixões e luxúrias, " uma condição cumprida no caso daquelas que são " de Cristo Jesus, " Gal_5: 24, RV; o mesmo se dá do relacionamento entre o crente e o mundo, Gal_6: 14.

B2. Cruz, Crucificar [o verbo]
Stauroo “crucificar com” é (a) usado 
(a) " a crucificação em si na companhia de outro”, Matt_27: 44; Mark_15: 32; John_19: 32 (b) metaforiamente, da identificação espiritual com o Christo em sua morte, Rom_6: 6; Gal_2: 20


B3. Cruz, Crucificar [o verbo] 
anastauroo (ana, outra vez) é usado em Heb_6: 6 dos apostatas hebréias, que como cristãos meramente nominais, voltavam ao judaísmo, eram desse modo virtualmente culpadas do " crucificar cristo outra vez

B4. Cruz, Crucificar [verbo] 
prospegnumi; para reparar ou prender a algo (proveniente de pros=”para " e pegnumi= fixar), é usado acerca da " crucificação" de Christo, Atos_2: 23


xylon “madeira, pedaço de madeira, madeiro qualquer coisa de madeira” (b) acerca da cruz, sendo a árvore o stauros, a estaca ou poste vertical no qual os romanos pregavam os que eram executados.”

Ou seja:
1- ELES OMITIRAM O TERMO 'originalmente" .
2- FAZER UM RESUMO DANDO A ENTENDER ao LEITOR OUTRA COISA É DESONESTO!
3- POIS QUEM LÊ O TEXTO DA SENTINELA ENTENDE QUE VINE ESTÁ DEFENDENDO QUE A ÚNICA TRADUÇÃO DE STAUROS É ESTACA!
4- Vine contes'ta que constantino divulgou a cruz

2-- Prova arqueológica
 “Em junho de 1968 foi descoberto um ossuário da Colina da Munições, ao norte de Jerusalém, contendo os ossos de um jovem que claramente tinha sido crucificado, cerca do início do séc. 1 d.C. Um prego tinha sido colocado em cada um dos antebraços, atravessando-os, e um terceiro, que ainda estava in situ , atravessou ambos os calcanhares juntos. Suas pernas tinham sido quebradas como a dos dois companheiros de Jesus em João 19:32 (cf. V. Tsaferis e outros, ‘Jewish Tombs at and near Giv’at há-Mivtar, Jerusalém’, Israel Exploration Journal 20, 1970, 18 e segs.)” (Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, p.479)



3- Prova Histórica
“As palavras stauros e (ana) stauroõ, sem maiores definições, não comunicam a forma técnica e significância exatas da execução. Para determiná-la é necessário saber em que região e debaixo de qual autoridade foi levada a execução. É necessário, além disso, saber o ponto de vista do escritor que emprega estes termos.” 

Este mesmo dicionário na mesma página emprega o significado para stauros: estaca, cruz e destaca que podia ser utilizado para enforcamento, empalação, estrangulamento e “stauros podia ser além disso um instrumento de suplício, talvez no sentido do latim “patibulum”, uma viga que se colocava nos ombros. Finalmente podia ser um instrumento de execução na forma de uma estaca vertical e uma viga atravessada do mesmo comprimento, formando uma cruz no sentido mais estreito do termo. Tomava a foram de um T (crux comissa)ou de um + (crux immissa).” (Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, Editora Vida Nova, 2000, p.477):

xylon : “madeira, poste, forca, árvore, cruz  “xylon originariamente significa ‘madeira’, e freqüentemente se emprega no NT para madeira como matéria.” (Idem p. 475)


"Crucifixão- Método cruel de execução, frequente na antiguidade e comum tanto em Roma quanto em Cartago. Só foi abolido por Constantino (séc. IV). Depois de torturado, o condenado levava até o local do suplício a barra horizontal da cruz; a vertical esperava por ele cravada no chão". Nu de braços abertos, era então pregado no madeiro pelos pulsos e pelos pés. A cabeça pendia sobre o peito e a vítima tinha grande dificuldade de respirar; a morte sobrevinha depois de horas de exaustão, asfixia e parada cardíaca. O costume de quebrar as pernas do crucificado com uma barra de ferro abreviava a tortura, pois em o apoio para soerguer o tórax, sufocava rapidamente." Enciclopédia Barsa. Vol. 6, 1994, pg. 111 e 113


"Crucifixão é um método de execução usado por persas, selêucidas, judeus, cartagineses e romanos, do ´sec. VI a.C ao Iv da era Cristã, como castigo para agitadores políticos ou religiosos, piratas, escravos e outras pessoas destituídas de direitos civis. Consistia em atar ou pregar o condenado a uma cruz de madeira até que sobreviesse a morte, por exaustão ou parada cardíaca. O condenado a crucifixão era, em geral, açoitado e obrigado a carregar o braço horizontal da cruz até o o local do sacrifício, onde o braço vertical, já se encontrava cravado no chão.. Despojado de suas roupas, o criminoso era amarrado ou pregado pelos pulsos ao madeiro horizontal, que seus algozes depois levantavam e encaixavam no outro, a cerca de tr~^es metros de altura. No topo da cruz se afixava um letreiro que informava o nome do condenado e o crime que cometera..A pena foi abolida em 337 d.C por Constantino o Grande..." (Grande Enciclopédia Barsa, 3ª edição, vol. 5, 2004, p. 10)


“Enquanto a vítima estava deitada no chão, e então vítima e patibulum eram suspensos por cordas e afixados ao poste vertical, ou então a vítima era cravada estando no chão, após o que a vítima e a cruz inteira eram levantados e deixados cair numa perfuração,...”( O novo dicionário da Bíblia, edição em um volume, 2a edição, 1998, p. 379). 


"Entre os latinos, nunca se encontra a expressão 'crucem ferre', se bem já tenhamos visto a fórmula condenatória 'pone crucem servo'. Mas em compensação, se encontra a expressão 'patibulum ferre-carregar ou levar o patíbulo'. Disto temos minuciosa descrição feita por Dionísio de Halicarnasso (História Romana). O patíbulo era colocado sobre as espáduas e braços estendidos transversalmente, e em seguida amarrado nas mãos, braços e peito. Era, portanto, só o patíbulo que o condenando carregava" (A paixão de Cristo sengundo o cirurgião, p. 56,57, Ed. Loyola, 10ª edição, 2003)


"A haste vertical da cruz (o 'stipes crucis'), pelo contrário, esperava o condenado no lugar do suplício."... Um último argumento vem comprovar este costume bem estabelecido. O patibulo sozinho  devia pesar cerca de 50 quilos e a  cruz inteira deveria pesar os cem quilos. Note-se que o carregar o patíbulo já não não deixava de ser bem rude prova para um homem que acabava de sofrer severa flagelação e , por conseguinte, perdera boa parte de seu sangue e de suas forças.Como poderia então carregar a cruz inteira que pesava mais de cem quilos? (Idem p. 57-58)


Stauros pode significar “enforcamento, estrangulamento, estaca ou cruz”, depende exclusivamente do contexto histórico. Na versão grega do Antigo Testamento  ( Septuaginta ) aparece o verbo  Stauroo, em Et 7:9-10 foi traduzido para o português como enforcar; sendo assim os evangélicos e católicos traduzem este termo por cruz no N.T


“No grego clássico, esta palavra significava meramente uma estaca reta, ou poste. Mais tarde, veio também a ser usada para uma estaca de execução com uma peça transversal... ‘Até mesmo entre os Romanos a crux (da qual deriva nossa cruz) parece ter sido originalmente um poste reto.’ -Editado por P. Fairbairn, (Londres, 1874), Vol. I, p. 376” (Raciocínios à base das Escrituras, p. 99) 
Convém observar que o autor citado pelas TJ diz que o poste reto parece ter sido usado originalmente[na origem, no começo, no princípio] pelos romanos, não afirma que Jesus morreu numa estaca. 

Para embaraçar ainda mais as TJ, eles próprios citam Orígenes que viveu entre , provando ter Jesus morrido numa cruz: 

“- ‘e cultivamos a piedade, a justiça, a filantropia, a fé e a esperança, que recebemos do próprio Pai por intermédio Daquele que foi crucificado.’-Justino, o Martir, em ‘Diálogo com o judeu Trífon’,(2o século EC)” (Raciocínio à base das Escrituras, p. 263.) 



4-Prova bíblica

  • Os TJ. trazem  ilustrações de Jesus com um prego no pulso em suas publicações  (leia Jo 20:25 onde fala de cravos nas mãos ). 
  • Mt 27:37 registra que sobre a cabeça de Jesus havia uma inscrição, não disse sobre as mãos de Jesus, pois uma pessoa caso fosse estacada teria a inscrição sobre as mãos. 
  •  Jo 19 :17 se refere ao costume de levar o patíbulum nas costas (a haste horizontal)
Jo 19:17 Tomaram eles, pois, a Jesus; e ele próprio, carregando a sua cruz, saiu para o lugar chamado Calvário, Gólgota em hebraico,
Jo 20:25  Disseram-lhe, então, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei.
Mt 27:37  Por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.


5- Prova  fisiológica

Frederick T. Zugibe, que é professor de patologia da Universidade de médicos e cirurgiões da Columbia (EUA), escreveu um livro intitulado "The Cross and the Shroud--A Medical Examiner Investigates the Crucifixion" (A Cruz e a Mortalha--UM Examinador Médico Investiga a Crucificação), após pesquisa sobre a crucificação, chegando a conclusão que uma pessoa pendurada numa haste vertical morreria em alguns minutos, e uma crucificada poderia sobreviver por horas, assim como relata a Bíblia  Mt 27:45-46. 

O mesmo diz o médico que escreveu o livro: "A paixão de Cristo Segundo o Cirurgião" edições Loyola

E vídeo acima da Ilúmina Gold.

O condenado só morria depois de muitos dias se a cruz tivesse o sédile, entre as coxas, o que prolongava o sofrimento do condenado, sobre o qual o crucificado ficava “assentado” e era proeminente como um chifre. O sédile não deve ser confundido com” suppedanaeum” Além disso o ato de quebrar as pernas conhecido como “crurifragium” rapidamente provocava a morte(A paixão de Cristo segundo o cirurgião, p.52,79,80 edições Loyola.) 


“Em sentido contrário, dispunham os carrascos de meio seguro para provocar a morte quase instantânea nos crucificados: quebrar-lhes as pernas. Esse processo em Roma, era bem conhecido. Encontramo-lo em Sêneca e em Amiano Marcelino (idem p. 90-91)




6- Prova Patrística

"Barnabé 12:1-2"
Da mesma forma, é sobre a cruz que ele fala por meio de outro profeta... Ele ainda fala a Moisés, quando Israel é atacado pelos povos estrangeiros, para lembrar-lhes, nesse combate, que era pelos pecados deles que estavam sendo entregues à morte. Falando ao coração de Moisés, o Espírito lhe fez representar a figura da cruz e de quem sofreria, pois, diz ele, se não esperarem nele, serão eternamente atacados. Então Moisés amontoou as armas no meio do combate e, de pé, no lugar mais alto de todos, estendeu os braços, e assim Israel venceu novamente. Em seguida, cada 
vez. que os abaixava, os israelitas sucumbiam outra vez. 

Justino Mártir. "Primeira Apologia, 35" 
Como Cristo depois de seu nascimento viveu oculto de outros homens até crescer e se tornar um adulto, como também aconteceu, escutem as predições que se referem a isto. Aqui está: ‘Uma criança nos nasceu, e um jovem nos é dado, e o governo estará sobre seus ombros’ testificando o poder da CRUZ que quando crucificado levou sobre os ombros, que será mostrado mais claramente à medida que o argumento 
avançar. De novo, o mesmo profeta Isaías, inspirado pelo Espírito profético, disse: ‘eu estendi as mãos para um povo desobediente e contraditório’... Mas Jesus estendeu as mãos quando foi crucificado pelos judeus, que o contradiziam e negavam que ele era o Cristo. 

"Primeira Apologia, 55
Mas a crucificação nunca foi imitada pelos chamados filhos de Zeus, pois eles não a entendiam, como era explicada, já que tudo dito sobre ela foi expressamente simbólico. Mas, como o profeta previu, o stauros é o grande símbolo de seu poder e autoridade, como [pode] ser mostrado de coisas que você pode ver. Reflita sobre todas as coisas no universo [e considere] se eles poderiam ser governados ou mantidos unidos sem esta figura. Pois o mar não pode ser atravessado sem o sinal da vitória, que eles chamam de vela, que permanece fixo no navio, a terra não é arada sem ele, de forma similar escavadores e artífices não fazem seu trabalho sem ferramentas com sua forma. A figura humana difere dos animais irracionais 
exatamente por que o homem pode se levantar e estender as mãos, e tem na sua face, estendido de sua testa, o que é chamado nariz, por onde vai a respiração para o ser vivo, e exibe precisamente a figura de uma cruz (stauros)

"Diálogo com Trifo, 90" 
O próprio Moisés, estendendo ambas as mãos, orou a Deus por ajuda. Agora Hur e Aarão sustentam suas mãos todo o dia, para ele não se cansar e não deixa-las cair ao seu lado. Por que se Moisés deixasse de mostrar este sinal, que é uma figura da cruz (stauros), as pessoas seriam derrotadas (como Moisés atesta), mas enquanto se mantinha naquela posição Amaleque foi derrotado, e o forte derivou sua força do stauros... 
enquanto o nome de Jesus estava na frente de batalha (em Josué), Moisés formava o sinal do stauros.  
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . "Diálogo com Trifo, 91"
 Agora, ninguém poderia dizer ou provar que os chifres de um rinoceronte representam nenhum outro fato ou figura que o tipo que retrata a cruz. Pelo que uma trave é colocada ereta, de onde a extremidade mais alta é erguida como um chifre, quando a outra trave é 
encaixado nele, e as pontas aparecem em ambos os lados como chifres juntos no outro chifre. E a parte que é fixa no centro, onde são suspensos os crucificados, também sobressai como um chifre, e ele parece como 
um chifre unido e fixado com os outros chifres. 

 Ireneu, livro Contra Heresias 24  parágrafo 4, Ireneu estava discutindo sobre a forma que os gnósticos  “A estrutura da cruz tem cinco extremidades, duas no comprimento, duas na largura e uma ao centro em que se apóia o crucificado”.
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 Tertuliano, 

Apologia 12.3  “Você pendura cristãos em cruzes (crucibus) e estacas 
(stipitibus), que ídolo existe que primeiro é moldado em barro, depois pendurado em uma cruz e estaca (cruci et stipiti)? É em um patibulum que primeiramente o corpo de seu deus é dedicado.” 
Contra Marcião, livro 3, capítulo 18“Não era certamente intenção de ser um 
rinoceronte com um chifre ou um minotauro com dois chifres, mas nele Cristo está indicado, um touro de acordo com as duas narrativas, para algumas pessoas austero como um juiz, para outros gentil como um salvador, cujos chifres devem ser extremidades da cruz. Pois na antenna, que é parte da cruz (quae crucis pars est), as extremidades são chamadas de chifres, e o unicórnio é o poste vertical do meio (medius stipitis palus).”
 : “De novo, por que Moisés na ocasião onde Josué estava lutando contra Amaleque, sentou para orar e com as mãos estendidas (expansis manibus)? ... Evidentemente por que naquela ocasião,... a forma da cruz (crucis) era essencial.”

 No capítulo 23 “pois esta mesma letra TAU dos Gregos, 

que é nosso 'T', tem a aparência da cruz(crucis)”. Finalmente, Tertuliano diz: “Se você quer ser discípulo do Senhor, você deve tomar sua cruz e seguir o Senhor, ou seja, você deve tomar suas limitações e torturas em seu próprio corpo, que é na forma de uma cruz”. 

 Ad Nationes, capítulo 12: “Todo pedaço de madeira que é fixado no chão em uma posição ereta é uma parte de uma cruz, e de fato a maior porção de sua massa. Mas uma cruz inteira é atribuída a nós, com sua trave transversal, claro, e seu assento projetado.”

obs:  Sobre a letra taw e origem pagã
E disse-lhe o SENHOR: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal  [letra Taw]as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela. E aos outros disse ele, ouvindo eu: Passai pela cidade após ele, e feri; não poupe o vosso olho, nem vos compadeçais. Matai velhos, jovens, virgens, meninos e mulheres, até exterminá-los; mas a todo o homem que tiver o sinal não vos chegueis; e começai pelo meu santuário. E começaram pelos homens mais velhos que estavam diante da casa.  Ezequiel 9.4-6

A letra Taw no hebraico antigo, tinha a forma de cruz. Neste texto, os verdadeiros adoradores são 

marcados com um Taw, Vine acima diz que era símbolo de Tamuz.
Este texto mostra que  o Taw ou o símbolo da cruz não possui esta carga de paganismo que a Torre de Vigia e Vine tenta defender. Vine parece se basear na obra publicada em 1853, chamada “The two Babilons”, de Alexander Hislop que não indica referências. 


Se formos procurar origem pagã para a estaca eis aqui a menção dos deuses Palas, Atenas e Ceres:

Tertuliano, Apologia, 16.

Se alguns de vós pensais que rendemos adoração supersticiosa à cruz, nessa adoração estais 
compartilhando conosco. Se dais homenagem a uma peça de madeira, importa pouco qual ela seja, porque 
a substância é a mesma: a forma é diferente, se nela tendes, de fato, o corpo de Deus. Entretanto, quão 
diferente é do madeiro da cruz Palas Atenas ou Ceres, quando levantadas para venda numa simples estaca bruta, peça de madeira sem forma!? Cada estaca fixada em posição vertical é um pedaço da cruz. Nós rendemos nossa adoração, se quereis assim, a um Deus inteiro e completo. 

Se a cruz era um símbolo pagão isso não importa pois de fato Jesus morreu numa cruz!